«Não há nada mais importante do que investir no nosso coração. E no coração daqueles que amamos, ainda que nem sempre o mereçam. Quem não investe no coração, pode ganhar muito na vida, mas não ganha nem o amor nem a generosidade alheia. Investir no coração é investir na continuidade e na continuação da nossa vida; é como ter filhos e investir neles, ficamos um passo mais perto da eternidade.»
Margarida Rebelo Pinto
Thursday, January 7, 2010
O meu coração
Friday, January 1, 2010
Desejos para 2010
Hoje é o primeiro dia do ano 2010!
Foi uma passagem de ano esquesita, no minimo.
Desejos para 2010:
- continuar com as minhas maos frias e o meu coração quentinho e cheio de todas as pessoas que gosto:)
- ser mais tolerante e compreensiva
- entrar na faculdade
- ter muita paz, sucesso e saúde
- deixar de julgar erradamente as pessoas que nao conheço bem
- namorar muito com o meu titi:)
- manter e honrar os meus amigos
- fazer a minha família feliz, dar-lhes mais de mim
- tirar a carta de condução
- contrariar o meu perfeccionismo e mau feitio
- ler mais, muito mais
- pensar duas vezes nas coisas antes de as fazer
- fazer as escolhas certas
- ter momentos felizes
Pensei em escrever algo como "aproxima-se um ano decisivo" mas depois pensei: não serão todos os anos, todos os nossos dias decisivos? o futuro começa hoje, não é?
Feliz Ano Novo!
Foi uma passagem de ano esquesita, no minimo.
Desejos para 2010:
- continuar com as minhas maos frias e o meu coração quentinho e cheio de todas as pessoas que gosto:)
- ser mais tolerante e compreensiva
- entrar na faculdade
- ter muita paz, sucesso e saúde
- deixar de julgar erradamente as pessoas que nao conheço bem
- namorar muito com o meu titi:)
- manter e honrar os meus amigos
- fazer a minha família feliz, dar-lhes mais de mim
- tirar a carta de condução
- contrariar o meu perfeccionismo e mau feitio
- ler mais, muito mais
- pensar duas vezes nas coisas antes de as fazer
- fazer as escolhas certas
- ter momentos felizes
Pensei em escrever algo como "aproxima-se um ano decisivo" mas depois pensei: não serão todos os anos, todos os nossos dias decisivos? o futuro começa hoje, não é?
Feliz Ano Novo!
Wednesday, December 30, 2009
amor, sempre
Enquanto não superarmos
a ânsia do amor sem limites,
não podemos crescer
emocionalmente.
Enquanto não atravessarmos
a dor de nossa própria solidão,
continuaremos
a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é
necessário ser um.
Fernando Pessoa
as palavras esgotam-se, parece que a voz falha quando tenho de escrever sobre ti..parece que tenho dificuldade em passar para o papel o mais verdadeiro de todos os meus sentimentos: o meu amor por ti, o meu enorme, gigantesco, colossal amor por ti. um amor que me ensinou a perdoar, a valorizar, a ultrapassar as dificuldades e os medos. um amor que me ajuda, mesmo nos maus momentos, a viver todo e qualquer momento de forma intensa, a agradecer todos os dias a tua companhia e a sorte que é ter-te ao meu lado.
hoje, e depois de muitos momentos de angústia por não estares aqui perto de mim, para partilharmos tudo, tudo e mais alguma coisa, resolvi escrever isto para que tenhas a absoluta certeza de que estou aqui para ti, contigo como sempre estive. para que tenhas noçao que o meu coração está apertadinho com saudades tuas, fica ainda mais apertadinho quando leio as tuas cartas.
eu amo-te, sempre.
a ânsia do amor sem limites,
não podemos crescer
emocionalmente.
Enquanto não atravessarmos
a dor de nossa própria solidão,
continuaremos
a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é
necessário ser um.
Fernando Pessoa
as palavras esgotam-se, parece que a voz falha quando tenho de escrever sobre ti..parece que tenho dificuldade em passar para o papel o mais verdadeiro de todos os meus sentimentos: o meu amor por ti, o meu enorme, gigantesco, colossal amor por ti. um amor que me ensinou a perdoar, a valorizar, a ultrapassar as dificuldades e os medos. um amor que me ajuda, mesmo nos maus momentos, a viver todo e qualquer momento de forma intensa, a agradecer todos os dias a tua companhia e a sorte que é ter-te ao meu lado.
hoje, e depois de muitos momentos de angústia por não estares aqui perto de mim, para partilharmos tudo, tudo e mais alguma coisa, resolvi escrever isto para que tenhas a absoluta certeza de que estou aqui para ti, contigo como sempre estive. para que tenhas noçao que o meu coração está apertadinho com saudades tuas, fica ainda mais apertadinho quando leio as tuas cartas.
eu amo-te, sempre.
Thursday, December 24, 2009
natal 2009
"A distância não é má, ela apenas nos mostra o quanto é bom estarmos juntos"
sinto a tua falta.
amo-te:)
natal 2009
sinto a tua falta.
amo-te:)
natal 2009
Tuesday, December 22, 2009
today
"At this moment there are 6,470,818,671 people in the world. Some are running scared. Some are coming home. Some tell lies to make it through the day; others are just now facing the truth. Some are evil men at war with good, and some are good struggling with evil. Six billion people in the world, six billion souls. And sometimes, all you need is one. ” Peyton Elizabeth Scott
amo-te, tiago!
amo-te, tiago!
Thursday, December 17, 2009
1PequenoBalanço
3 anos.. 36 meses...tantos e tantos dias...tantas e tantas horas..tantos e tantos minutos!
Tanto que hoje vejo que mudou nestes três anos de secundário!
Quando entrei para o 10ºano vinha convicta que as coisas iam mudar, mas nunca pensei que dessem a reviravolta que deram..e que fossem como são hoje.
Tanta coisa nova, tantas amizades que ficaram para trás, umas tantas outras que não são iguais - nem nunca poderiam ser porque as coisas mudaram. As pessoas cresceram..os valores são diferentes, os interesses são diferentes, fazer amizades novas é complicado porque as pessoas só pensam em espezinhar, são hipócritas, falsas, "sujas". Tanta coisa que eu fiz que preferia ter feito de outra forma, tanta coisa que mudaria, tanta e tanta coisa que me orgulho de ter feito, tantos e tantos momentos em que quis desistir e a vontade de chorar se apoderou de mim. Tantas vezes que me desiludi - comigo própria, e com os outros!
Quando se entra para o secundário estamos ainda impregnados de uma certa criancice própria e, subitamente, somos obrigados a crescer, a "fazer-nos a vida". Não sou a pessoa que era a três anos atrás e isso nem é mau, por toda a maturidade e crescimento que noto em mim hoje em dia. Mas e a minha sensibilidade para certas coisas que desapareceu e se tornou no calculismo frio? E a arrogância com que sou obrigada a olhar para certas situações? E a minha fé na amizade verdadeira que desapareceu..? O secundário é, para além de uma base para a nossa vida futura, o inicio da "escola da vida", em que temos muitas vezes de ser sacanas, em que é tudo muito mais impessoal, em que se chega ao final do dia e nos questionamos quem está do nosso lado afinal. São três anos em que podemos contar connosco próprios e com mais dois ou três verdadeiros amigos!
A verdade é que estão todos tão ocupados a seguir a sua vida, a seguir em frente, a lutar pelos seus interesses, que isto se sobrepõe muitas vezes - a maioria das vezes, aliás -, às relações, ao que importa, ao calor humano, aquilo que gostava que existisse mas não existe..
E quem escreve o destino? quem escreveu que pessoas iam magoar-se, que aquele ia andar com aquela, que o interesse de A ia mudar, que B e C não estão no curso certo, e que 3 ou 4 chumbariam? É esquisito ver as pessoas a ficarem pelo caminho, perceber que há coisas “inconsertáveis”, e que as coisas não são o que costumavam ser: vão-se deteriorando cada vez mais. E às vezes isso desilude-me tanto.. Pensar nas afinidades que já tive com determinada pessoa e pensar que hoje em dia já nem nos falamos da mesma forma. Enfim, faz parte, mas não devia fazer! Que mundo de cão! Que mundo selvagem!
Eu própria estou ocupada com tanta coisa que às vezes me esqueço de pensar nisto. Mas hoje a consciência pesa-me. Pesa-me porque sei que nos meus três anos de secundário, apesar de ter sido muitíssimo feliz, tenho a sensação que deixei que muitas coisas me escapassem...ficassem simplesmente "pelo caminho"! Destrui uma amizade, algo que me arrependo todos os dias..perdi amizades e ganhei umas outras, embora poucas. Aprendi a "fitar" as pessoas, a julgá-las (coisa horrível), porque este é um mecanismo necessário para se "sobreviver", para se ser alguém: não ser ingénuo é fundamental. Às vezes sinto falta da minha parte ingénua, menos "mundana", por assim dizer. A minha inocência, que caracterizava tudo em mim no inicio do secundário. Sinto falta de não ter de ter "sentimentos racionalizados", de não dizer coisas como "odeio aquilo/odeio aqueloutro"! Eu não sou assim, mas tantas vezes caí, tantas vezes me magoei, que me tornei assim. Mas uma coisa é importante referir: apesar de tudo o que mudou para mim neste período, não considero que me tenha tornado uma má pessoa..mantenho sempre os meus princípios, a minha essência, o meu eu.
Saudade de tanta coisa, e tanto ainda por viver!
Tanto que hoje vejo que mudou nestes três anos de secundário!
Quando entrei para o 10ºano vinha convicta que as coisas iam mudar, mas nunca pensei que dessem a reviravolta que deram..e que fossem como são hoje.
Tanta coisa nova, tantas amizades que ficaram para trás, umas tantas outras que não são iguais - nem nunca poderiam ser porque as coisas mudaram. As pessoas cresceram..os valores são diferentes, os interesses são diferentes, fazer amizades novas é complicado porque as pessoas só pensam em espezinhar, são hipócritas, falsas, "sujas". Tanta coisa que eu fiz que preferia ter feito de outra forma, tanta coisa que mudaria, tanta e tanta coisa que me orgulho de ter feito, tantos e tantos momentos em que quis desistir e a vontade de chorar se apoderou de mim. Tantas vezes que me desiludi - comigo própria, e com os outros!
Quando se entra para o secundário estamos ainda impregnados de uma certa criancice própria e, subitamente, somos obrigados a crescer, a "fazer-nos a vida". Não sou a pessoa que era a três anos atrás e isso nem é mau, por toda a maturidade e crescimento que noto em mim hoje em dia. Mas e a minha sensibilidade para certas coisas que desapareceu e se tornou no calculismo frio? E a arrogância com que sou obrigada a olhar para certas situações? E a minha fé na amizade verdadeira que desapareceu..? O secundário é, para além de uma base para a nossa vida futura, o inicio da "escola da vida", em que temos muitas vezes de ser sacanas, em que é tudo muito mais impessoal, em que se chega ao final do dia e nos questionamos quem está do nosso lado afinal. São três anos em que podemos contar connosco próprios e com mais dois ou três verdadeiros amigos!
A verdade é que estão todos tão ocupados a seguir a sua vida, a seguir em frente, a lutar pelos seus interesses, que isto se sobrepõe muitas vezes - a maioria das vezes, aliás -, às relações, ao que importa, ao calor humano, aquilo que gostava que existisse mas não existe..
E quem escreve o destino? quem escreveu que pessoas iam magoar-se, que aquele ia andar com aquela, que o interesse de A ia mudar, que B e C não estão no curso certo, e que 3 ou 4 chumbariam? É esquisito ver as pessoas a ficarem pelo caminho, perceber que há coisas “inconsertáveis”, e que as coisas não são o que costumavam ser: vão-se deteriorando cada vez mais. E às vezes isso desilude-me tanto.. Pensar nas afinidades que já tive com determinada pessoa e pensar que hoje em dia já nem nos falamos da mesma forma. Enfim, faz parte, mas não devia fazer! Que mundo de cão! Que mundo selvagem!
Eu própria estou ocupada com tanta coisa que às vezes me esqueço de pensar nisto. Mas hoje a consciência pesa-me. Pesa-me porque sei que nos meus três anos de secundário, apesar de ter sido muitíssimo feliz, tenho a sensação que deixei que muitas coisas me escapassem...ficassem simplesmente "pelo caminho"! Destrui uma amizade, algo que me arrependo todos os dias..perdi amizades e ganhei umas outras, embora poucas. Aprendi a "fitar" as pessoas, a julgá-las (coisa horrível), porque este é um mecanismo necessário para se "sobreviver", para se ser alguém: não ser ingénuo é fundamental. Às vezes sinto falta da minha parte ingénua, menos "mundana", por assim dizer. A minha inocência, que caracterizava tudo em mim no inicio do secundário. Sinto falta de não ter de ter "sentimentos racionalizados", de não dizer coisas como "odeio aquilo/odeio aqueloutro"! Eu não sou assim, mas tantas vezes caí, tantas vezes me magoei, que me tornei assim. Mas uma coisa é importante referir: apesar de tudo o que mudou para mim neste período, não considero que me tenha tornado uma má pessoa..mantenho sempre os meus princípios, a minha essência, o meu eu.
Saudade de tanta coisa, e tanto ainda por viver!
Saturday, December 12, 2009
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